segunda-feira, 4 de maio de 2015

chorando a morte do 'tachoio'.

e, assim, sem mais nem menos você joga na minha cara que é Dora. sim, eu sei que esse é o seu nome. fui eu que escolhi e sou muito feliz com a minha escolha. todos elogiam. e não consigo pensar em nome que mais lhe coubesse. então, você me pergunta, qual a surpresa? por que o choque? 


a questão, minha filha, é que até semana passada você era Dóia. e assim como o meu smartphone volta e meia me pega com uma atualização de aplicativo qualquer pela qual eu não solicitei, você está constantemente adquirindo novas habilidades. e faz questão de sair por aí falando seu nome ‘certo’.


exageros e dramalhão a parte, o Dola ainda é muito mais comum que Dora, admito. mas o erre está ali, tímido, mas está ali. e daí que presença dele me faz perceber a partida de outras palavrinhas com as quais eu já tinha me habituado e que são (eram? eram..!) música para os orgulhosos e babões ouvidos de uma mãe coruja.


de uma hora pra outra, a Dóia virou Dola, o tachoio já é cacholo, fifufoni deu lugar ao telefone, tuto virou suco, dato Fufu é gato Chuchu... e meu coração se enche de um paradoxal orgulho nostálgico a cada nova atualização do mais fofo dos aplicativos.  

2 comentários:

  1. owwwn que fofoooo! Hoje minha irma mais nova faz 18 anos... DEZOITO! Se pensar que faz quase 18 que eu fiz dezoito... MEODEOS!
    Ate hoje eu falo "arvrinha" quando quero me referir a brocolis... Era assim que ela falava quando tinha 3 anos... Ela nao fala "arvrinha" ja deve ter bem uns 14 anos, mas eu continuo... Talvez seja uma maneira de mante-la pequenininha na minha mente?

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    1. eles sempre serão pequeninos pra gente. rs

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